Mais de mil materiais distribuídos à população afetada pelas fortes chuvas em SFI

“Concluímos mais um compromisso que nos foi confiado”, foram as palavras da secretária municipal de Meio Ambiente e Defesa Civil (Sema) de São Francisco de Itabapoana (SFI), Luciana Soffiati, nesta sexta-feira (14), ao encerrar os trabalhos de distribuição de todos os materiais doados à cidade para serem entregues às famílias afetadas pelo grande volume de água das chuvas que ocorreram recentemente em toda região.

No total foram entregues cerca de 800 fardos de água potável, 100 cestas básicas e mais de 400 travesseiros. A Sema percorreu as localidades que mais foram afetadas pelas fortes chuvas e visitou cerca de 600 pessoas para distribuir os materiais. A agente da Defesa Civil Regilane Oliveira disse estar emocionada e com a sensação de dever cumprido, pois além de exercer o seu trabalho, pode auxiliar as pessoas que mais precisavam.

Luciana comentou sobre os trabalhos realizados. “A prefeita nos pediu prioridade sobre essa situação. Por essa razão, montei uma força-tarefa com as equipes do setor de Podas e Jardins, Fiscalização, Correição de Animais, além do pessoal do administrativo. Toda Sema unida para agilizar as entregas. A Secretaria Municipal do Trabalho e Desenvolvimento Humano, além de contribuir com doações, também nos ajudou nessa empreitada e cedeu assistentes sociais para nos acompanhar durante as visitas. Muito obrigada a todos. Concluímos esse trabalho com sucesso”, exclamou.

Para emergências é só ligar para o número (22) 9.9945-5425 (24h) ou pelo Canal Verde através do (22) 9.8161-6713. Também há o atendimento presencial na sede da Secretaria de Meio Ambiente, que fica nas dependências do prédio da Rodoviária Municipal, em frente à sede da prefeitura, no Centro, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

Águas represadas – Conforme informado pela Sema, algumas ruas e quintais de moradores, e muitos de difícil acesso, ainda permanecem com as águas das chuvas represadas. De acordo com a secretária, na maioria dos casos, a própria ocupação humana em locais impróprios para instalação de residências é um fator condicionante.

Na avaliação do biólogo Douglas Ferreiras, o persistente acúmulo de água das chuvas tem uma explicação. “Alguns lugares ainda estão com o excesso de água devido às urbanizações em locais próximos a mangues, canais e locais brejosos. Além disso, há lugares em que o lençol freático está muito cheio, impossibilitando a absorção total das águas na planície”, disse, acrescentando que “a falta de mais vegetações também é um fator, visto que as árvores são importantes, pois fazem a drenagem e sucção da água pelo solo”.

Ascom SFI*

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