Polícia Civil do RJ mira esquema de lavagem de dinheiro em operação

Uma operação da Polícia Civil do RJ deflagrada na manhã desta terça-feira (4) mira um esquema de lavagem de dinheiro envolvendo empresas de fachada. Um agente em atividade é apontado como chefe da quadrilha.

De acordo com investigações, Rogerio Augusto Marques de Brito, o Rogerinho, já era investigado por envolvimento com a máfia dos caça-níqueis.

A ação visa ainda o sequestro de cerca de R$ 7 milhões em bens e o bloqueio de contas de Rogerinho e comparsas. Seis mandados de busca e apreensão foram cumpridos.

As investigações tiveram início a partir de um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), órgão do governo federal, que detectou movimentações atípicas em uma concessionária de carros e numa loja de doces no Centro do Rio.

Nos documentos, encaminhados ao Ministério Público do RJ, se verificou que a loja de doces movimentou R$ 2,5 milhões em suas contas durante nove meses de 2018. O faturamento médio informado era de R$ 6,6 mil mensais.

Equipes do Departamento de Investigação de Lavagem de Dinheiro e Combate à Corrupção da Polícia Civil estão em endereços na Barra da Tijuca e no Centro do Rio.

A Operação Nickel, como foi batizada, se refere à exploração de máquinas caça-níqueis. Essa é uma suspeita dos investigadores para os valores movimentados nas empresas.

G1*

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