Polícia Federal na Rádio Aurora: Proprietário não tinha autorização

A prisão em flagrante do responsável ou proprietário da Rádio Aurora, segundo declarações do delegado da Polícia Federal Paulo Cassiano, o empresário jamais teve autorização para operar, ainda que na condição de rádio comunitária.

O mais estranho de tudo foi o elevado número de autoridades e pessoas da sociedade civil que participaram da programação da rádio, pelo que parece achando que se tratava de uma rádio comunitária, quando na verdade não era.

O avanço desse tipo de projeto na região tem contribuído para o esvaziamento dos veículos de comunicação que ostentam permissão, alguns até antigos que vem sofrendo com esse tipo de concorrência sendo obrigadas a despedir profissionais da comunicação porque o mercado publicitário é totalmente invadido e aviltado por concorrência de projetos que desestimulam aqueles que levam a vida sério.

É que as empresas permissionárias no serviço de radiofusão estão obrigadas a pagar pesados tributos ao poder concedente, bem como a se portar numa grande carga tributária.

A operação de hoje parece que é abertura de porta para muitas outras. Não que tenhamos nada contra os projetos de rádio comunitária, mas essas emissoras não devem ser usadas com desvio de finalidade.

O mercado publicitário na cidade e região deverá ser repensado a partir do episódio da rádio Aurora.

Quanto à transformação da rádio comunitária em rede social, é assunto que ainda é preciso ser testado e ainda saber se isso não configurará uma desobediência aos federais.

Nada contra a Aurora, mas segundo as informações que eram passadas a emissora varia parte de uma rede, logo o caso não deve terminar em Campos.

Parece que deve se iniciar em Campos.

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