Lançamento do livro “Doceira Campista” na Câmara de Vereadores marca 4º FDP!

O lançamento da edição fac-similar do livro “Doceira Campista ou novo guia manual para se fazer todas as qualidades de doces e algumas iguarias”, obra originalmente publicada em 1890, com mais de 400 receitas, foi um dos destaques da programação do 44º Festival Doces Palavras (FDP!) nesta quinta-feira (23). A cerimônia foi realizada no foyer do Palácio Nilo Peçanha, sede da Câmara de Vereadores. A presidente da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima (FCJOL), Auxiliadora Freitas e o presidente de Legislativo, vereador Fábio Ribeiro, participaram da atividade.

O projeto do livro “Doceira Campista”, é uma iniciativa da Câmara e Arquivo Público Municipal Waldir Pinto de Carvalho, fruto de parceria com a Escola Municipal de Gestão do Legislativo (Emugle) e a FCJOL. O evento de lançamento da obra contou, também, com as presenças da superintendente da Emugle, Patrícia Cordeiro, e da coordenadora do Arquivo Público, Rafaela Machado. As doceiras Maria Ilza, Dona Engracia e Fada do Chocolate, expuseram seus bonitos doces, no espaço do evento.

“Feito através da parceria entre a municipalidade e a sociedade civil, o 4º FDP! nos mostra a importância da união para que a cultura do município possa caminhar e mostrar sua força. A Câmara se orgulha de ser correalizadora do Festival e, neste 23 de setembro, se enche de alegria, com o lançamento do livro “Doceira Campista”. Um viva para as nossas doceiras, que atravessam séculos exaltando essa arte e levando o nome de Campos para todo o país e o exterior”, enfatizou o presidente da CMCG, Fábio Ribeiro.

A presidente da FCJOL, Auxiliadora Freitas, também manifestou sua felicidade com o momento vivido no foyer da CMCG. “O lançamento deste livro, durante o 4º FDP!, mostra a importância da combinação entre literatura e doces. Fico imensamente feliz com a forte parceria ente a Câmara de Vereadores e a FCJOL. Este, seguramente, foi um dos momentos mais especiais do Festival”, observou.

Em seu discurso, a coordenadora do Arquivo Público, Rafaela Machado, destacou o meticuloso trabalho que resultou no resgate da obra. “Respeitamos a edição de 1890, fazendo apenas a limpeza das imagens, sem qualquer outra modificação. Quero agradecer aos meus parceiros de trabalho do Arquivo, incansáveis neste projeto. Destaco, por fim, a importância do historiador Carlos Freitas, ex-diretor do Arquivo, responsável pelo início do projeto”, disse.

Subcom*

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