Operação Assepsia mira suspeita de fraude na compra de álcool em gel em Niterói

A Polícia Civil do RJ e o Ministério Público do estado iniciaram, nesta segunda-feira (25), a Operação Assepsia, contra uma suposta fraude em Niterói, em meio à pandemia do coronavírus.

Equipes saíram para cumprir 27 mandados de busca e apreensão contra empresários e contra a Fundação Municipal de Educação (FME). A sede da entidade é um dos endereços vasculhados.

Os investigados são suspeitos de se aproveitar de um pedido de compra de R$ 1,6 milhão para álcool em gel e sabonete líquido. Os insumos, no entanto, jamais foram entregues à FME.

A força-tarefa encontrou indícios de que a fundação direcionou a licitação para duas empresas. As firmas receberam o pagamento, mas não forneceram o material — 20 mil litros de cada produto.

Os mandados foram expedidos pela Vara Especializada de Combate ao Crime Organizado do Tribunal de Justiça do RJ.

A Justiça determinou ainda o bloqueio de até R$ 1,6 milhão por investigado, podendo chegar a R$ 10 milhões em impedimentos para pessoas físicas e jurídicas.

Participam da operação agentes do Departamento-Geral de Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro da Polícia Civil e do Grupo de Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MP.

A Secretaria-Geral de Controle Externo (SGE) do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) apoia a operação.

G1*

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