Agricultura conclui desvio de estrada na orla de Farol de São Tomé - Tribuna NF

Agricultura conclui desvio de estrada na orla de Farol de São Tomé

IPTU - Prefeitura de Campos dos Goytacazes

Ressacas do mar de Farol de São Tomé não vão mais provocar a interdição do tráfego de veículos na estrada que liga o Lagamar ao Terminal Pesqueiro. No trecho da estrada, na altura do bairro Gaivotas, a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Pesca construiu um desvio de cerca de 300 metros, afastando a pista da orla da praia campista. Os trabalhos, iniciados no último dia 17, foram concluídos nesta sexta-feira (27) e o transito está liberado no novo trecho da estrada. A medida é paliativa, pois a obra de contenção do mar no local, que já tem projeto feito pela Prefeitura, tem custo elevado demais para ser executado pelo município.

“Temos problemas graves na estrada na orla de Farol, tanto na direção do Terminal Pesqueiro como do Porto do Açu, em função do avanço consistente do mar, que destruiu quase todo o trajeto. Temos o projeto já confeccionado, mas buscamos captar recursos junto a órgãos estaduais e federais, porque a Prefeitura não tem recursos para custear, sozinha, uma obra de contenção marítima, de valor tão elevado. Assim, o desvio em Gaivotas foi um paliativo, uma alternativa que está atendendo a necessidade da população, facilitando a locomoção de veranistas e turistas na temporada de verão e, principalmente, beneficiando moradores da praia e região e o escoamento da produção agrícola, especialmente do pescado, durante o ano inteiro”, detalhou o secretário de Agricultura, Almy Júnior.

O diretor de Produção da Secretaria de Agricultura, Gedson Jerônimo, o Gedinho, explica o serviço feitos no local.

“Nós cortamos o traçado da parte nova da estrada, para a construção do desvio. Removemos a areia para colocar o material de base, um material mais robusto, porque o solo no local é arenoso e, fazer a pavimentação sem a base bem firme, a estrada ia acabar afundando com o trânsito de veículos. Feita a base, compactamos o solo com o rolo compressor e, depois de compactado, aplicamos a fresa se asfalto. Usamos, em média, 35 caminhões de fresa para a cobertura do desvio de cerca de 300 metros de extensão, que tem uns sete metros de largura, para comportar o tráfego nas duas direções. Depois da colocação da fresa, a estrada foi novamente compactada, para a pista ficar bem firme”, contou Gedinho.

Por meio do programa Estradas do Produtor, além da recuperação da estrada do Lagamar ao Terminal Pesqueiro, de cerca de 10 quilômetros, equipes da Diretoria de Infraestrutura Rural também recuperam a estrada do Xexé a Maria Rosa, inclusive pavimentando com fresa de asfalto as ruas de chão, do trecho da praia campista.

Secom*

Alerj

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