Rafael Diniz trabalha pela permanência e ampliação do heliporto do Farol

O prefeito Rafael Diniz disse, nesta quarta-feira (21), que trabalha para a Petrobras continuar operando o Heliporto do Farol de São Thomé. Ele adiantou que agendará uma audiência em Brasília com o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, para debater o tema, uma vez que o contrato de permissão de uso do terreno do heliporto chegou ao fim e, a pedido da própria Petrobras, está sendo negociada uma solução, do ponto de vista legal, para que as operações continuem.

– De nossa parte, entendemos que a Petrobras deve continuar no heliporto. Mas é preciso que isto ocorra dentro da legalidade – comentou o prefeito, que se reuniu à tarde com comerciantes do Farol em um hotel da praia campista. Também participaram da reunião o procurador-geral do Município, José Paes Neto, o presidente da Companhia de Desenvolvimento do Município de Campos (Codemca), Vinicius Vieira, o secretário executivo do Comitê Gestor de Parceria Público Privada, Thiago Dias, e o vereador Abu.

Além da audiência com o ministro de Minas e Energia, o prefeito Rafael Diniz disse que vai sugerir o agendamento de uma reunião com representantes da Petrobras da qual também participem os comerciantes do Farol, para que o assunto seja debatido diretamente com a comunidade.

A área do Heliporto foi cedida à estatal em 1994 por um período de 20 anos, prazo que se encerrou em 2014. Segundo o procurador-geral do Município, o desejo de regularizar a situação junto à Prefeitura partiu da própria Petrobras, manifestado através de um ofício enviado ao Município.

– Já tivemos, inclusive, várias reuniões para tratar deste tema. Sabemos que o Farol é a opção mais econômica ao transporte de passageiros para a maioria das plataformas da Bacia de Campos, e que a Petrobras já demonstrou seu interesse em realizar mais investimentos no heliporto – disse José Paes.

Direta e indiretamente, o Heliporto do Farol de São Thomé gera cerca de 600 empregos na praia campista, movimentando hotéis, pousadas, restaurantes e outros estabelecimentos comerciais. Representantes do setor vinham demonstrando sua preocupação em relação ao funcionamento da unidade depois que a Petrobras, em dezembro de 2019, suspendeu os embarques do setor offshore que eram feitos através do Aeroporto Bartolomeu Lisandro.

Os comerciantes aprovaram a iniciativa do prefeito Rafael Diniz em debater o tema abertamente. “Foi uma reunião produtiva, porque estamos preocupados. O Heliporto se tornou questão de sobrevivência para nós”, observou Luiz Carlos Rangel Soares, dono de uma pousada no Farol. “Nós estamos juntos com o prefeito nesta luta”.

Fonte: Supcom

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