PF prende um em operação contra grupo investigado por lavagem de dinheiro no RJ; ação foi autorizada pela Justiça Federal de Campos

A Polícia Federal deflagrou, entre a noite de segunda-feira e a manhã desta terça-feira (2), uma operação contra uma organização criminosa investigada por lavagem de dinheiro no Rio de Janeiro.
A ação é um desdobramento da operação realizada em março deste ano, em Niterói, quando agentes apreenderam cerca de R$ 800 mil em espécie, armas de fogo e prenderam cinco homens, entre eles um policial militar da ativa.
Nesta terça, policiais da Unidade de Investigações Sensíveis da Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários cumpriram um mandado de busca e apreensão em um imóvel na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio.
Além disso, na noite de segunda-feira (1º), agentes da Delegacia de Repressão a Drogas prenderam preventivamente um investigado no Aeroporto Internacional do Galeão. As medidas foram autorizadas pela 2ª Vara Federal de Campos dos Goytacazes.
Segundo a PF, o homem alvo da operação exercia função de comando operacional e financeiro dentro da organização criminosa. De acordo com as investigações, ele seria responsável pelo recrutamento de pessoas para o transporte e escolta de dinheiro, além de coordenar movimentações financeiras ligadas à lavagem de capitais.
As investigações começaram após a prisão em flagrante de cinco homens em março de 2026, em Niterói. Na ocasião, o grupo foi abordado ao tentar realizar um depósito em espécie de alto valor em uma agência do Banco do Brasil, no Centro da cidade.
Com os suspeitos, os agentes apreenderam aproximadamente R$ 800 mil em dinheiro vivo, duas pistolas, munições e celulares. Segundo a PF, o grupo realizava movimentações financeiras a serviço de organizações criminosas.
A ação faz parte da força-tarefa Missão Redentor II, coordenada pela Polícia Federal para combater organizações criminosas no estado do Rio de Janeiro.
Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa armada, lavagem de dinheiro e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. A PF informou que as investigações continuam para identificar outros envolvidos e aprofundar a apuração sobre a estrutura financeira do grupo.
Com informações do G1.


