Hospital de Campanha de Campos fora de prioridade para o governo do Estado

Cercado de mistérios e até de possível superfaturamento, o Hospital de Campanha do Estado do Rio de Janeiro, que está sendo erguido na cidade de Campos dos Goytacazes, na Avenida 28 de Março, em frente ao Shopping Avenida 28, no Terreno que foi da antiga Vasa, atualmente pertencendo ao Grupo Superbom, ganhou essa semana um contorno dramático.

É que ele deixou de ser prioridade para a sua entrega a população de Campos e região.

Para deixar claro a afirmação da postagem basta a simples leitura a notificação no termo aditivo entre o Estado do Rio e as empresa contratada para erguer e colocar em funcionamento o hospital de campanha. Foram dadas prioridades os hospitais do Maracanã, São Gonçalo, Nova Iguaçu e Nova Friburgo.

Muito estranho que uma cidade que tenha quatro deputados estaduais e dois federais não estejam acompanhando os interesses legítimos da população de Campos e região em período de tamanha dificuldade, sendo certo que segundo dados da secretaria municipal de Saúde tenha aumentado de forma exponencial o número de contaminados e até de óbitos.

É preciso que alguém faça uma gestão junto ao governo do Estado para informar ao governador que Campos ainda existe.

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