Gasoduto Macaé-Campos para 2ª Termelétrica no Porto do Açu apresentado a Campos

O projeto da construção do gasoduto para atender as demandas da segunda Usina Termelétrica da GNA (Gás Natural Açu) na retroárea do Porto do Açu, que trará impacto na economia da região Norte Fluminense, foi apresentado nesta terça-feira (23) pela Comissão Estadual de Controle Ambiental (CECA) para autoridades ambientais e da área da infraestrutura da prefeitura de Campos.

A apresentação prévia foi feita por meio de videoconferência nesta terça-feira (23) e será objeto de audiência pública online no dia 31 deste mês para debate com a sociedade civil organizada, conforme preconiza a legislação ambiental para grandes empreendimentos com impacto ambiental.

O subsecretário de Meio Ambiente de Campos, René Justen, explica que a audiência pública a ser realizada pela CECA no dia 31 será de suma importância para se conhecer detalhes do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e diretrizes do Instituto Estadual do Ambiente (Inea).

“O trajeto do gasoduto percorrerá parte do território de Campos, iniciando ao sul, no distrito de Dores de Macabu, e no setor leste da Baixada Campista, na localidade de São Sebastião. A realização de audiência pública é realizada em cumprimento da legislação e trata-se de um evento importante para que a comunidade acadêmica e a sociedade possam conhecer nuances do projeto e seus impactos, inclusive, com oportunidade de apresentar propostas que possam mitigar os possíveis impacto ao meio ambiente”, analisa René Justen.

Sobre a GNA Gás Natural Açu – Trata-se de uma joint venture (pool de empresas) formado pela Prumo Logística, BP, Siemens e SPIC Brasil, que atua na elaboração e implantação e operação de projetos estruturantes e sustentáveis de energia e gás. O grupo constrói no litoral Norte Fluminense, precisamente na Baixada Campista, já no território de São João da Barra, o maior parque termelétrico a gás natural da América Latina, localizado no Porto do Açu, um dos principais complexos portuários do Brasil, que oferece uma série de soluções logísticas para o mercado de óleo e gás brasileiro.

O projeto consta ainda da implantação de um terminal de regaseificação de GNL de 21 MM m³/d (21 milhões de metros cúbicos por dia) e no momento já consta de uma usina termelétrica movida a gás natural (GNA I). A partir da GNA II o complexo terá capacidade instalada para gerar 3 GW (Gigawats) de energia firme para o Brasil, suficiente para atender cerca de 14 milhões de residências.

Participaram da apresentação do projeto, feita por videoconferência, o subsecretário de Desenvolvimento Urbano, Mariel Oliveira; o subsecretário de Meio Ambiente, René Justen; os diretores técnicos da subsecretaria do Meio Ambiente, Carlos Ronald e José Rubens; o subsecretário de Planejamento Urbano, Sérgio Mansur; a Chefe do Cerimonial do Gabinete do Prefeito Wladimir Garotinho, Patrícia Monteiro; o presidente da Companhia de Desenvolvimento de Campos (Codemca); Afrânio dos Santos Junior; e o secretário de Obras, Infraestrutura e Habitação, Jorge Wíliam Cabral.

Subcom*

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