Frederico Paes constata precariedade no prédio do HGG e busca soluções

O Vice-Prefeito Frederico Paes, acompanhado do presidente da Fundação Municipal de Saúde (FMS), Marcos da Silva Gonçalves, vistoriou nesta quarta-feira (24) as condições do Hospital Geral de Guarus (HGG), constatando a precarização das instalações pela ausência de manutenção herdada do governo anterior e que foram agravadas com as chuvas recentes no município.

Frederico Paes e Marcos Gonçalves vistoriaram várias instalações como alas, enfermarias, centros cirúrgicos, salas de repouso e isolamento, o telhado do HGG. A visita técnica também foi acompanhada pelo diretor da unidade, Vitor Ramos Mussi Netto, e equipe.

“O Prefeito Wladimir Garotinho está em Brasília buscando recursos e convênios para Campos, em áreas como a da Saúde, e nos orientou a fazer a vistoria para verificar as condições do HGG com essas últimas chuvas”, explicou Frederico Paes.

O Vice-Prefeito destacou que “o cenário de ruínas encontrado demonstra a falta de investimentos na gestão passada”, que ajudaram a comprometer a estrutura física do hospital. “O HGG nos últimos quatro anos passou por total falta de manutenção e completo abandono da administração municipal”, completou.

Em função do impacto de anos seguidos de infiltrações em paredes e telhado em quase todas as alas, aliado ao elevado fluxo de pessoas e de pacientes, atendidos e internados no HGG, Frederico Paes cita que uma equipe multidisciplinar do município está estudando soluções integradas para equacionar os problemas acumulados nos últimos anos pela falta de intervenções no hospital.

O forro do teto desabou em vários pontos, como na enfermaria da clínica cirúrgica, na Unidade de Pacientes Graves, no isolamento e sala de medicamentos da UTI Pediátrica, no corredor e hall do acesso administrativo, no setor de Raio-X, entre outras instalações.

Frederico Paes diz que “os problemas que se avolumaram sem busca de soluções na gestão passada” direcionam o município a pensar em um planejamento macro, com ações em toda a unidade. “É impossível tecnicamente cuidar apenas de uma ou outra parte do hospital, é preciso mexer em várias áreas aos mesmo tempo, porque pequenos reparos não irão resolver o quadro que foi herdado, e estamos discutindo com vários setores medidas garantam a recuperação do HGG e a continuidade do atendimento à população”.

Subcom*

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