Estado autoriza concorrência para construção da Universidade da Baixada Campista

A Universidade Pública da Baixada Campista agora é uma realidade. O governo estadual publicou, no Diário Oficial desta quarta-feira (13), concorrência para a construção de oito Centros Regionais Integrados de Pesquisa, Tecnologia e Inovação, e um deles será em Baixa Grande, na Baixada Campista. O prefeito Wladimir Garotinho já assinou a promessa de cessão de uma área de 5 mil m2 na antiga fábrica de macarrão Duvêneto, localizada à margem da RJ 216 (Campos-Farol), à Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec). Em visita a Campos mês passado, o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, Dr. Serginho, anunciou que a universidade vai reunir ensino profissionalizante, ensino à distância, cursos de inovação tecnológica e pesquisa, em prédio de instalações modernas.

O protocolo de intenções firmado entre a Prefeitura e a Faetec define que a Universidade da Baixada contará com centro de monitoramento para servir como vetor de desenvolvimento de ambiente smart city; hubs de inovação que reúnem startups e sejam núcleos ativos de difusão de empreendimentos; programas de formação de startups em apoio a empreendedores; alas de interatividade científica, exposições, conferências, e workshops abertos ao público.

Serão disponibilizados cursos de EAD da Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Cecierj) e de cursos técnicos da Faetec, adequados às demandas locais e integrados às atividades do Centro, além de programas de difusão da ciência para o corpo docente e discente local. Haverá, também, espaço de laboratório para pesquisa e inovação em convênio com o setor privado que possam incrementar a produtividade regional.

“É uma obra fundamental para o desenvolvimento da Baixada. Na Universidade da Baixada teremos ensino superior, qualificação profissional para que nossos jovens tenham formação e especialização para ingressar em mercado de trabalho, cada vez mais exigente. Temos o Porto do Açu, aqui ao lado, que terá um crescimento extraordinário nos próximos anos. O local da antiga fábrica de macarrão é tão grande, que vamos convocar as universidades e o setor produtivo para definirmos quais as necessidades daqui por diante para oferecermos cursos que atendam às demandas regionais”, destacou o prefeito Wladimir.

Área de desenvolvimento – Em Baixa Grande, a área da antiga fábrica de macarrão, que tem 90 mil metros quadrados e que, durante muito tempo, retratou o descaso com o dinheiro público, vai abrigar outros importantes projetos. Além da Universidade da Baixada, já foi definido para o local, em parceria com o governo do estado, um Destacamento do Corpo de Bombeiros e o Espaço do Agricultor.

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