Construção de Portos na região pode se transformar em grande delírio econômico

Depois do inicio da construção do Porto do Açu, na cidade de São João da Barra, ainda no governo Rosinha, começaram a nascer projetos idênticos. Alguns sem qualquer viabilidade econômica.

Depois do Açu surgiu complexo de Barra do Furado. Um consorcio entre os municípios de Quissamã e Campos dos Goytacazes, governo federal e a iniciativa privada.

Logo a seguir veio à construção do Porto de Presidente Kennedy, na divisa entre o estado dório e Espírito Santo.

Em seguida surgiu o Porto Nova Canaã, de propriedade de Cesar da Veceba, Paulo Roberto Costa (ex-delator da Lava Jato) e outros empresário do Rio. Esse complexo portuário fica exatamente na fazenda de Cesar da Veceba. Entre a praia de Manguinhos e Buena, exatamente no Quilombola Baixinha.

Depois disso surgiu o Porto de Macaé, cuja pedra fundamental já foi colocada no bairro de Barra de Macaé.

Não para por aí. Já existe outro porto sendo viabilizado na cidade de Carapebus, que vem sendo pilotado pelo advogado Edson Rangel.

Rangel já teria feito algumas reuniões com o novo governador para viabilizar o porto de Carapebus.

Nem o Porto do Açu tem um palmo de ferrovia construído para viabilizar o seu projeto.

Como construir essa infinidade de portos sem ter uma malha ferroviária e rodoviária capaz de viabilizar esses projetos?

Só se o pessoal quiser transportar as mercadorias de avião, o que demonstra o verdadeiro delírio econômico.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

%d blogueiros gostam disto: