Depoimento de Cabral no MPF vira munição em ações de desapropriações no Porto do Açu

Depois de dez anos da assinatura dos decretos de desapropriação da retroárea do Porto do Açu, finalmente o próprio ex-governador Sérgio Cabral confirmou em depoimento prestado no dia 21 de fevereiro do ano em curso que recebeu U$$ 16 milhões para desapropriar as terras do Açu e que, a vantagem indevida ou propina, foi recebida do mega empresário Eike Batista à época dos fatos.

As terras do Açu, dentro do império de Eike Batista, se transformaram na joia da coroa. É que a LLX, dona das terras foi uma das únicas empresas do império X que não pediu recuperação judicial.

Muita gente que prestou serviço para Eike Batista continua chorando a ponto de o empresário ter mais advogados do que operários.

Enquanto isso a LLX vendeu a sua participação acionária para Prumo Logística, atual dona do Porto do Açu que finge não conhecer ninguém.

Nas próximas revelações de Cabral é bem provável que o ex-governador coloque alguns nomes novos na “pedra”. Como ele mesmo já disse o Porto do Açu não foi e nem será poupado por ele. Essa é a prova do abandono que deram ao rapaz durante esse período em que está custodiado.

A maioria absoluta dos aliados de Cabral transformou-se em inimigos.

Pelo que contam o que vem por aí pouquíssimas pessoas serão poupadas.

Para quem achava que a novela Cabral tinha se encerrado, ela ainda nem começou.

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