Witzel diz que uma facção criminosa do Rio está sem munição

RIO – O governador Wilson Witzel aproveitou o evento de balanço dos primeiros 180 dias de governo para dizer que recebeu uma informação do comando da Polícia Militar do Rio de Janeiro de que uma facção criminosa do Rio está sem munição. Segundo Witzel, isso é um sinal se que o crime organizado está sendo asfixiado.

– Informação que eu tenho do comando da PM que o Comando Vermelho está sem munição. Parabenizo o trabalho da Polícia rodoviária Federal para evitar que armas e munição cheguem ao estado. Isso demonstra que já começou asfixia – avisou Witzel.

O governador também anunciou a construção de dez novos presídios ao custo se R$ 800 milhões. A obra, sem prazo anunciado pelo chefe do executivo fluminense, vai criar 50 mil novas vagas no sistema penitenciário.

– É o preço da paz – acrescentou.

‘Servo de Deus’

No mesmo evento, Witzel se disse um ‘servo de Deus’ e se emocionou ao pedir oração a monsenhor André Sampaio para o governo e o sargento Cristiano da Silva, assassinado esta semana. Witzel chegou a embargar a voz na hora de pedir que o representante da igreja católica rezasse o “Pai nosso”.

– Hoje às 14h vamos sepultar mais um herói nosso. Quero pedir ao monsenhor André Sampaio para fazer uma oração não só pelo governo. Queria fazer uma homenagem ao sargento que nos deixou e hoje faremos as honras e homenagens a ele.

Durante o discurso, Witzel se disse um “servo de Deus”:

– Pedi a Deus que pudesse me ajudar para eu renunciar ao meu cargo (de juiz) para servir ao Rio. Eu era juiz e almejava Justiça.

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