Rio investiga caso suspeito de varíola de macaco em homem que trabalha embarcado em Macaé

A Secretaria estadual de Saúde do Rio está investigando um caso suspeito para Monkeypox (varíola do macaco) registrado em Macaé. O paciente, um homem de 43 anos, trabalha embarcado em uma plataforma de petróleo, onde relata ter tido contato com pessoas de outros países. Ele está passando por uma série de exames para fechar o diagnóstico do caso.

A informação é  da coluna de Ancelmo Gois, de O Globo.

A Monkeypox é uma doença viral, e a transmissão entre humanos ocorre principalmente por meio de contato pessoal com secreções respiratórias, lesões de pele de pessoas infectadas ou objetos recentemente contaminados. A doença causa erupções que geralmente se desenvolvem pelo rosto e depois se espalham para outras partes do corpo, incluindo os órgãos genitais. Os casos recentemente detectados apresentaram uma preponderância de lesões na área genital. A erupção cutânea passa por diferentes estágios e pode se parecer com varicela ou sífilis, antes de finalmente formar uma crosta, com posterior cicatrização. Quando a crosta desaparece, a pessoa deixa de infectar outras pessoas. O período de incubação é de seis a 16 dias, mas pode chegar a 21 dias.

Os sintomas incluem febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, adenomegalia, calafrios e exaustão. Em caso de suspeita da doença, o paciente deve ser isolado até o desaparecimento completo das lesões.

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