Política

Ricardo Couto oficializa transição para gestão de Douglas Ruas e define nomes do grupo de trabalho

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Governador interino, desembargador Ricardo Couto e o governador eleito Douglas Ruas

O governo do RJ publicou nesta quarta-feira (14) o decreto que regulamenta o processo de transição para a próxima gestão estadual, de Douglas Ruas (PL), que assumirá o comando do estado em 2027.

Assinado pelo governador em exercício, Ricardo Couto, o decreto estabelece que a transição tem como objetivo garantir a continuidade dos serviços públicos e permitir que o governador eleito receba todas as informações necessárias para implementar o programa de governo já a partir da posse.

Segundo o texto, o processo de transição começa com a publicação do decreto e será encerrado na posse de Ruas.

Para coordenar os trabalhos, foi criada uma Comissão de Transição Governamental. O grupo será presidido pelo secretário da Casa Civil, Flávio de Araújo Willeman, e contará ainda com representantes das secretarias de Planejamento e Gestão, Fazenda, Infraestrutura e Obras Públicas, além da Procuradoria-Geral do Estado (PGE).

Confira a lista definida por Ricardo Couto:

  • Flávio de Araújo Willeman, secretário estadual da Casa Civil;
  • Rafael Ventura Abreu, secretário estadual de Planejamento e Gestão;
  • Guilherme Macedo Reis Mercês, secretário estadual de Fazenda;
  • Pablo Villarim Gonçalves, secretário estadual de Infraestrutura e Obras Públicas;
  • Sérgio Pimentel Borges da Cunha, subsecretário-geral da Casa Civil;
  • Bruno Teixeira Dubeux, procurador-geral do Estado.

O decreto também prevê que o governador eleito poderá indicar uma equipe de até cinco integrantes para acompanhar o processo e ter acesso às informações reunidas pela comissão.

Ruas indicou a atual secretária estadual das Cidades, a gestora pública e socióloga Maria Gabriela Bessa, para coordenar a equipe de transição.

De acordo com a norma, os secretários estaduais deverão encaminhar até o dia 30 de outubro relatórios detalhados sobre os programas realizados e em execução, os assuntos que exigirão decisões nos primeiros 100 dias da futura administração, projetos que aguardam implementação ou foram interrompidos e a situação das contas públicas do estado.

A medida, segundo o governo, busca assegurar a transferência organizada de informações entre as gestões e garantir a continuidade das ações da administração estadual.

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