01/05/2026
Política

Garotas de programa podem estar no epicentro de um grave homicídio em Mato Grosso com repercussão em venda de sentença

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“Agência de Espionagem” usava serviços de garotas de programa para “atrair” políticos e membros do judiciário, revela investigação

Nesta quarta-feira (28), a Polícia Federal deflagrou uma operação autorizada pelo ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), para investigar um suposto esquema de venda de sentenças envolvendo o Superior Tribunal de Justiça (STJ). A ação teve início após o assassinato do advogado Roberto Zampieri, morto com dez tiros em 2023 em Cuiabá. Segundo as investigações, ele era o elo entre juízes e quem pagava por decisões judiciais favoráveis.

O caso revelou a existência de um grupo criminoso, descrito como uma “agência de espionagem e extermínio”, formado por militares da ativa e da reserva, que usava armamento pesado e drones para monitorar autoridades. O grupo mantinha uma tabela com valores cobrados para espionar figuras públicas: R$ 50 mil por pessoas comuns, R$ 100 mil por deputados, R$ 150 mil por senadores e até R$ 250 mil por ministros do Supremo e integrantes do Judiciário. A apuração é de Daniela Lima, da GloboNews.

As anotações encontradas também mencionam o nome do ex-presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Os materiais indicam gastos com disfarces, aluguel de imóveis, uso de profissionais do sexo como “iscas” e equipamentos de espionagem de uso restrito.

A operação é independente de outros inquéritos em curso sobre tentativa de golpe de Estado. Já há juízes afastados em estados como São Paulo, Bahia e Mato Grosso, além de cinco gabinetes do STJ sob suspeita.

A sétima fase da operação que apura o assassinato do advogado resultou no cumprimento de cinco mandados de prisão, seis de busca e apreensão e quatro ordens de monitoramento eletrônico.

Fonte: Redação Tribuna NF  com informações GloboNews.

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