Campos está sem pacientes internados nos hospitais da rede pública por Covid-19

Pela primeira vez desde o início da pandemia, os hospitais públicos de Campos não têm nenhum paciente internado com Covid-19, nos leitos de clínica médica e de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Com base no censo diário da Secretaria Municipal de Saúde, divulgado nesta segunda-feira (29), a ocupação dos leitos no Hospital Ferreira Machado (HFM), Hospital Geral de Guarus (HGG) e Hospital São José, em Goitacazes, está zerada.

Em uma postagem nas redes sociais, o prefeito Wladimir Garotinho comentou o ocorrido. “A desocupação dos leitos na rede pública é fruto da dedicação dos funcionários, da equipe da Saúde e vacinação em massa da população”, disse o prefeito, reforçando o chamamento das pessoas que ainda não tomaram a vacina para que procurem uma das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) a fim de se imunizar.

O vice-prefeito Frederico Paes considerou o momento importante. “Eu e o prefeito Wladimir, junto da equipe da Saúde, lutamos muito para que esse dia chegasse. Foram longos meses de duro combate ao coronavírus, mas ainda é necessário manter os cuidados”, disse Frederico.

O diretor de Atenção Básica, Rodrigo Carneiro, explicou que a estratégia adotada para imunização da população foi a principal responsável pela desocupação dos leitos. “Conseguimos vacinar consideravelmente um grande número de pessoas e sabemos que aqueles que estão imunizados têm menos chance de desenvolver quadros graves da doença e de hospitalização”, afirmou o médico infectologista, ressaltando, no entanto, que não é hora de descuidar.

“Ainda não alcançamos 80% da taxa de cobertura vacinal da população em geral, ou seja, a população não está totalmente imunizada. Por isso, pedimos às pessoas que continuem usando máscaras, higienizando as mãos e mantendo o distanciamento social”, afirmou ele, destacando que é preciso acreditar na ciência.

RECONHECIMENTO – Nesta terça-feira (30), às 16h30, a Secretaria de Saúde vai prestar uma homenagem de agradecimento aos profissionais que atuaram na linha de frente contra a Covid-19, no Hospital da Beneficência Portuguesa, onde funcionou o Centro de Controle e Combate ao Coronavírus (CCCC). “Vamos homenagear todas as equipes que se sacrificaram e correram risco, mas heroicamente estiveram envolvidas no atendimento aos pacientes”, afirmou o secretário de Saúde, Paulo Hirano.

Subcom*

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