25/05/2024
Política

Helena Witzel prestou “consultorias verbais” a suposto operador de Mario Peixoto, diz defesa

É destaque no Painel da Folha desta sexta (5) uma informação que infla as suspeitas de corrupção em pagamento feito por um empresário investigado ao escritório de advocacia da primeira-dama do Rio de Janeiro, Helena Witzel.

Os investigadores da Lava Jato RJ descobriram, a partir da busca e apreensão da operação Placebo, que mirou o governador Witzel e a primeira-dama, que o empresário Alessandro Duarte contratou o escritório de Helena por mais de meio milhão de reais, mas sequer tem os contatos da esposa do governador Wilson Witzel em suas agendas. O acerto foi de trinta e seis parcelas de R$ 15 mil.

Duarte é suposto operador financeiro de Mário Peixoto, que também é investigado na Operação Placebo. Há suspeitas de que as empresas de Peixoto tenham sido beneficiadas na contratação de obras dos hospitais de campanha contra coronavírus, cuja entrega está toda atrasada.

Nos pertences de Duarte, a polícia encontrou o contato de Lucas Tristão, advogado, ex-aluno, ex-sócio e ex-secretário de Witzel.

Até agora, os investigadores não encontraram provas de que Helena, de fato, prestou serviços para o “sócio” de Peixoto.

A defesa de Helena Witzel afirma que ela prestou “consultorias verbais” à empresa de Duarte.

Alerj

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