Após identificação de PM como suposto autor de agressão, Garotinho pede a Cláudio Castro proteção policial; confira o pedido

Após uma reportagem do SBT Rio, apresentado pela jornalista Isabele Benito, revelar a identidade do policial  militar Sauler Sakalem como suposto autor da agressão contra Anthony Garotinho em Benfica, o ex-governador protocolou um ofício direcionado ao governador Cláudio Castro solicitando sua inclusão no Programa de Proteção a Vítimas e Testemunhas Ameaçadas do Estado do Rio de Janeiro (Provita – RJ). O pedido também inclui a esposa Rosinha Garotinho, ex-governadora do Rio.

A matéria jornalística do SBT baseia-se no procedimento investigatório PIC 021/13.460/2017 junto ao MP/RJ.

De acordo com o pedido, “Após a identificação do homem que agrediu o Garotinho, a Promotora de Justiça Angelica Glioche foi afastada e o caso está inerte no Ministério Público desde então”.

Em 2018, Tribuna NF publicou que o laudo do Ministério Público apontou edição nas imagens do circuito interno do presídio de Benfica na noite da agressão a Garotinho.

A reportagem também revela que o policial é filho do ex sub-secretário da SEAP, que também se chama Sauler Sakalem, foi investigado por permitir mordomias na cadeia para Sérgio Cabral e outros presos.

No pedido de proteção, Garotinho aponta que “o pai do agressor também é integrante da corporação e quando observadas as investigações que recaem sobre o sujeito, percebe-se que há uma predileção política quando ao grupo de Sérgio Cabral, inimigo declarado de Anthony Garotinho.

Isso porque Garotinho, no seu dever jornalístico, foi responsável por uma investigação em desfavor de Cabral, desvendando, inclusive, que a “farra dos guardanapos” (conhecida reunião de Cabral e aliados políticos em Paris) foi custeada com dinheiro público.”

Confira o pedido: Garotinho pedido de escolta policial

Reveja a reportagem:

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