Mulher manda matar namorado PM após saber que ele tinha caso com a filha dela

Larissa Marques, 22 anos, e Jaciane Maria, 40, confessaram o crime na delegacia

São Paulo – Mãe e filha foram presas na tarde de terça-feira suspeitas de participação na morte de um policial militar em Araraquara, interior de São Paulo. Jaciane Maria, de 40 anos, namorava Elias Matias Ribeiro, de 49 anos, há cinco meses. O delegado responsável pelo caso, Fernando Bravo, disse que as duas confessaram o crime passional.

“A mãe esclareceu em depoimento que durante o relacionamento, Elias passou a sair com a filha mais nova dela, de 20 anos. Ela viu um vídeo sexual dos dois e combinou com o tio de matar a vítima. O vídeo foi visto inicialmente pela filha mais velha, que mostrou o conteúdo à mãe”, explicou o titular da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) em entrevista à EPTV.

O corpo do cabo da PM foi encontrado na madrugada de terça carbonizado em um carro na beira de uma estrada. Vigilantes de uma linha de trem viram o veículo pegando fogo e chamaram a polícia.

O veículo e a arma encontrados eram do cabo, que era motorista do comandante do Batalhão. Faltava um mês para ele ir para a reserva. O comandante foi ao local e reconheceu o corpo carbonizado. “Além da estrutura corporal dele, que era uma pessoa grande, de quase 1,90 de altura, ele tinha o hábito de usar uma corrente, uma pulseira, que estava no punho dele”, disse o tenente coronel.

Mãe e filha disseram que houve a participação de uma terceira pessoa no crime, o tio da mulher de 40 anos. Segundo elas relataram ao delegado, o crime foi planejado. O cabo dormiu na casa de Jaciane e por volta das 5h da manhã o tio chegou e matou Elias a marretadas. O corpo dele foi colocado no carro e levado para a estrada que liga Araraquara a Américo Brasiliense.

As duas mulheres tiveram a prisão preventiva solicitada pela polícia e aguardam posicionamento da Justiça. Elas são conhecidas na cidade por terem trabalhado em um posto de combustível. Elas serão indiciadas por homicídio qualificado, por motivo fútil, recurso que impediu a defesa da vítima e destruição do corpo.

Segundo a Polícia Civil, a irmã mais nova não foi levada para a delegacia porque não sabia e não teve participação no crime.

O homem que participou do crime está foragido.

Fonte: Jornal Meia Hora

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