Bolsonaro, Cabral, Levy, Dilma e Paulo Guedes. O que teriam em comum?

A nomeação do Presidente do BNDES, Joaquim Levy no Governo Bolsonaro abre a porta para uma especulação interessante. O que teria ele em comum, Levy, Bolsonaro, Cabral, Dilma e Paulo Guedes. Estranho que Levy tinha sido secretario  de fazenda de Cabral, responsável pelas maiores exonerações fiscais que levaram o Estado do Rio a quebradeira e ainda tenha sido indicado pela República do Leblon para ser ministro da economia de Dilma, apesar de tudo,  até hoje não se tem notícia  de que  tenha sequer recebido um convite para prestar esclarecimentos da era  Cabral e Dilma. Depois de  destruir o país deixando o maior legado de  desempregados e  um dos responsáveis pelo impeachment da Dilma. Foi para os  Estados Unidos e voltou presidente do BNDES de Bolsonaro. Mais uma vez, apoiado pela mídia  corporativa, sob o argumento de que  foi colega de Paulo Guedes quando estudou nos Estados Unidos, o que  o tornou um iluminado e inalcançável pelo Código Penal Brasileiro.

Todo mundo ficou surdo, cego e mudo em relação ao Sr. Joaquim Levy. Esse colecionador de  derrotas. Como esse cidadão vai abrir a caixa preta do BNDES. Bem, existe a hipótese  que á aquela de que ele seria um infiltrado no governo Dilma. Porque tudo que ele fez deu errado, tanto no Rio quanto em Brasília e todo mundo continua surdo, cego e mudo, embora tenha servido a todos e foi até responsável pela  exoneração fiscal das  obras  do Maracanã  quando foi secretario de fazenda de Sergio Cabral.

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