Vida dura para político que toma dinheiro de empregado

Opinião:

O Ministério Público em Campos, seguindo a mesma linha de ação do Rio de Janeiro, abriu as baterias contra político que toma dinheiro de empregado.

O fato recebeu o nome carinhoso dentro das Assembleias Legislativas e Câmaras de Vereadores de “rachadinha”.

Esse crime é um dos mais graves da administração pública porque o patrão tem em seu favor uma caneta cheia de tinta para exonerar aquele que não devolver os salários ou proceder rachando com terceiros ou com o próprio político.

Importa muito pouco a tipificação infracional dada pelo órgão acusador. Mas o certo é que a vítima é humilhada e ultrajada senão devolver ou rachar o seu salário.

Esses casos ganharam grande repercussão com o episódio na Assembleia Legislativa do Rio com o tal do Queiroz, que era empregado do filho de Bolsonaro.

O certo é que agora estamos começando ver uma luz ao fim do túnel, mas tem muito político que faz e que fez isso tanto nas Câmaras Municipais como na Assembleia do Rio de Janeiro, onde a “rachadinha” sempre foi a regra, ou seja, o patrão toma dinheiro do empregado sob o risco de ser exonerado.

Uma pista para uma boa investigação é uma campana no dia do pagamento.

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