Quadrilhão de Cabral parte para o ataque no Rio de Janeiro

Opinião:

Para quem imaginava que a quadrilha do (P) MDB estava desativada, todo cuidado é pouco. Basta observar os ataques contínuos à candidatura do ex-juiz federal Wilson Witzel.

Todos os passos do candidato que defende o fim da quadrilha de Cabral, agora no exercício da advocacia, vem sendo objeto de censura pelo comando de Bangu 8, que foi responsável pelos privilégios, hoje mantidos por Pezão.

Nem parece que vai ter eleição no Rio de Janeiro tamanha a belicosidade dos órgãos de comunicação mantidos pelo quadrilhão do (P) MDB ao longo dos últimos anos no estado.

O gasto de Cabral e Pezão com propaganda oficial para a mídia corporativa justificam o desespero em atacar a candidatura do juiz Wilson Witzel. Como diz Eduardo Paes: Se o juiz nunca administrou nada como colocar em um cidadão que foi juiz federal por dezessete anos tantos defeitos e imperfeições em menos de uma semana?

Todo esse pessoal da mídia corporativa tratavam Cabral, quando governador, como imperador do Rio de Janeiro e até chegaram a defender a sua candidatura a Presidência da República na época.

Essa mídia que ataca o juiz Wilson Witzel nunca viu nada de errado ao longo desses anos de roubalheira de Cabral no Rio. Basta assistir os debates para ver que o discurso de Eduardo Paes é o mesmo da mídia corporativa.

A se atender a posição adotada por Paes e seus aliados da mídia corporativa o candidato Wilson deveria ter as mesmas companhias dele (Eduardo).

Acontece que Paes é um rapaz educado, amigo de Pedro Paulo, mora na zona sul e, segundo ele, vive desde os vinte e três anos na sombra do poder. Arvores frondosas como César Maia, Sérgio Cabral, Pezão, enquanto o ex-juiz, pelos dados obtidos no TRF2, ingressou na magistratura através do concurso público e, afastado dela hoje vive da advocacia, não cabendo a Eduardo Paes escolher os clientes do ex-juiz.

Não se pode perder de vista que a mídia corporativa e Eduardo Paes vêm criminalizando o exercício da advocacia, tratando os profissionais do direito como bandidos.

A se atender o preconceito preconizado pela quadrilha do (P) MDB não se poderá cumprimentar advogado e nem defensor público.

É preciso ter muito cuidado com essa quadrilha do (P) MDB. Cabral está preso, mas seus tentáculos ainda continuam atuando em defesa de seus “ideais”.

Não é preciso muito esforço para constatar o conteúdo preconceituoso de Cabral e Paes em suas campanhas.

O desprezo aos pobres e menos favorecidos. Tanto Cabral quanto Paes, sempre tratam, em debates, seus adversários de forma desrespeitosa e preconceituosa. Tudo isso com apoio da mídia corporativa que está em desespero com o eventual governo do ex-juiz, até porque pelo que ficou constatado até hoje quanto mais corrupto é o governo, mais fértil é o terreno para o “tamanho” da verba publicitária.

Afinal quanto custou o silencio para que a quadrilha de Cabral atuasse livremente no governo do estado do Rio de Janeiro.

Basta ver quanto foi gasto em publicidade para saber quanto custou o passaporte para o quadrilhão do (P) MDB do Rio.

De sua opinião