Quadrilha de Cabral e Pezão continuam operando no estado do Rio de Janeiro

Joaquim Levy e Cabral na farra da gangue dos guardanapos

Opinião:

Apesar do novo governo eleito não se tem dúvida de que a quadrilha do ex-governador Sérgio Cabral continua operando de vento em popa, principalmente no governo federal.

Não é preciso ir muito longe para entender as razões da nomeação de Joaquim Levy para o BNDES. Levy era secretário de fazenda de Cabral.

Um dos principais devedores do BNDES é a Porto do Açu Operações S/A, afilhada de Cabral, através do governo Lula.

Lula, Eike Batista e Cabral representavam o mesmo “grupo”.

Depois da apresentação dos devedores pelo BNDES não se tem dúvida de que Cabral está preso, mas que inúmeras são as empresas ligadas ao esquema do ex-governador que são devedoras do Banco e que conseguiram os aportes quando Cabral era governador.

Dentre as empresas existem algumas de telefonia e aquela ligadas ao Eike Batista e outros quadrilheiros como a JBS S/A e outras empresas envolvidos em um dos maiores escândalos do país.

A quadrilha de Cabral é tão forte que o atual governador sequer trocou a presidente da Codin, que continua sendo Maria da Conceição Ribeiro.

Cabral, Eike, Joaquim e Lula têm suas digitais em tudo que continua sendo feito no Brasil, apesar de tudo. Nem Bolsonaro conseguiu emplacar o presidente do BNDES.

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