Pacote de transporte de Rafael Diniz faz donos e usuários de vans protestarem

Opinião:

Gerou uma confusão muito grande no dia de hoje nas imediações da rodoviária Roberto Silveira a paralisação e protesto de motoristas e usuários do transporte alternativo em Campos dos Goytacazes.

Depois da “taxa da procissão” o governo Rafael Diniz diz, no novo pacote, que irá proibir a entrada de vans no perímetro urbano, e que os usuários de vans, terão que usar, obrigatoriamente, o transporte por ônibus. Ele pretende, mais uma vez desarrumar o que já não é bom.

Pelo projeto trazido por Rafael existem casos em que o cidadão para se deslocar no município, o que hoje utiliza uma van, terá que usar quatro conduções.

Ele quer colocar o transporte por ônibus na área populacional mais densa e levar as vans para onde tem pouco passageiro, onde a arrecadação não da para pagar o óleo diesel.

Se existe uma coisa que vem funcionando no município nos últimos tempos é o transporte por van. O transporte por ônibus nunca chega porque os mesmos sumiram.

A turma de Rafael Diniz não acerta uma. Quem estiver no Farol, Santo Eduardo, Serrinha, Lagoa de Cima e outras localidades, para chegar ao Centro deve demorar um dia inteiro pelo novo projeto do prefeito.

Se a reclamação é por transito ruim a alternativa é tirar o ônibus da rua e colocar a van porque é menor e ocupa menos espaço.

Na verdade os ônibus andam vazios ou carregam passageiros de gratuidade porque Rafael Diniz destruiu a economia da cidade. Nada funciona no município e no estado.

Esse novo projeto de Rafael é mais uma ideia de jerico dessa turma que o assessora e não sabe nem o número de passageiros transportados por dia em Campos. Para saber da viabilidade de fazer o passageiro pagar até quatro passagens para chegar a um destino.

No governo passado era muito criticado o cidadão pegar o ônibus no Parque Imperial e ir ao Centro para pegar outro para o shopping Boulevard. A população achava isso um absurdo, e essa distorção chegou a ser corrigida sobre os protestos do dono da empresa Rogil, um dos empresários à época.

Mexer com van, sem ônibus para atender a população nesse momento, é destruir algo que ainda funciona, que é o transporte alternativo.

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