Complexo penal do Açu: uma polêmica que a mídia corporativa não quer entender

Opinião:

Depois de noticiarmos a possibilidade da construção de um presídio federal em terras do estado do Rio de Janeiro situadas na retroárea do Porto do Açu, o que quer dizer que o estado não vai precisar comprar a área, surgiram algumas aves agoureiras querendo atrapalhar o empreendimento.

Primeiro que esse complexo penal ficaria longe das instalações do Porto do Açu não prejudicando em nada o projeto.

Segundo que a construção de um complexo penal federal e estadual no Açu iria movimentar bastante a economia local, considerando que os atuais presos gastam bem e iriam movimentar tanto a rede hoteleira quanto a alugueis de apartamentos para familiares dos custodiados para ficarem perto do seu ente querido.

Sem se falar com empregos diretos e indiretos que criaria o complexo penal que vai do fornecimento de quentinha ao crescimento do mercado do advogado criminalista da cidade.

Evidente que o projeto do complexo penal seria diferente de algumas empresas que trabalham no Porto do Açu que ficam devendo aos funcionários e somem da região e são clientes de carteira da Justiça do Trabalho local.

Empresas trambiqueiras já entram no Porto em recuperação judicial e só oferecem na região emprego de estivador e no máximo para servir café ao pessoal do projeto do Porto do Açu, o que seria diferente na construção do complexo penal no local.

A nossa Alcatraz poderá receber no futuro Cabral, Eike Batista, Pezão, e outros nomes famosos.

Campos e São João da Barra iria escrever um capítulo da história do Brasil. Afinal Cabral e Eike arranjariam um local seguro para ficar, mesmo ainda devendo os produtores rurais do Quinto Distrito de São João da Barra.

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